Pague para entrar
O anúncio de um suposto app de aluguel de banheiros viralizou na Polônia. Era mentira: o tal Airpnp (“Air Poo and Pee”), na verdade, queria chamar a atenção para a falta de sanitários públicos da capital Varsóvia. Mas os criadores se inspiraram em algo que de fato aconteceu. Em 2014, um app homônimo permitia que pessoas pagassem para usar banheiros de estranhos em Nova Orleans, nos EUA, durante o Mardi Gras – o Carnaval de lá.
Opaco quando convém
Um arquiteto japonês desafiou a lógica (e o bom senso) ao instalar banheiros públicos com paredes transparentes em parques de Tóquio. Mas fique tranquilo: há um dispositivo que torna os vidros opacos assim que as fechaduras são ativadas, garantindo a privacidade. O objetivo é tornar as instalações mais convidativas ao público, que saberá de antemão se o lugar está limpo e – o mais importante – livre para uso
Nuvem contaminante
A ciência ainda investiga as chances de alguém contrair o coronavírus pelo contato com fezes contaminadas. Se confirmado, esse risco acende um alerta para banheiros públicos. Segundo um novo estudo, partículas de cocô podem ser lançadas pela descarga a até 91 centímetros de altura – e permanecer no ar por 1 minuto. Cabines com vasos sem tampa, assim, se tornariam potenciais locais de transmissão do vírus.
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