Futebol aliviou tensões entre cristãos e muçulmanos no Iraque
Times inter-religiosos aumentaram a tolerância – ao menos no contexto esportivo.
O histórico de tensões entre o cristianismo e o islamismo ganhou novos capítulos no Iraque desde 2014. Pela ação do grupo extremista Estado Islâmico, mais de 100 mil cristãos foram obrigados a deixar a cidade de Mosul – a antiga Nínive bíblica.
Nesse contexto, um pesquisador da Universidade Stanford decidiu investigar se uma paixão em comum poderia servir de ponte entre as duas culturas. Para isso, organizou na cidade um campeonato inter-religioso, que durou dois meses e contou com 51 times de atletas amadores.
Pelo menos dentro das quatro linhas, a proposta deu certo. 61% dos cristãos que jogaram ao lado de muçulmanos disseram topar fazer parte de times mistos no futuro. Só 47% dos cristãos que jogaram entre si, porém, fariam o mesmo.
Seis meses após o torneio, 61% dos cristãos que dividiram time com muçulmanos estavam treinando com seguidores do islã ao menos uma vez por semana. Para quem só jogou entre cristãos, esse índice era de 17%.
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