🔥 Esquenta Black Friday com PREÇO BAIXO! Assine Revista Impressa + Digital Premium e aproveite! 🤑

A força dos protestos virtuais

Por Thays Prado 1 jul 2009, 09h00 | Atualizado em 19 ago 2024, 14h01
A força dos protestos virtuais Priorizar nos meus resultados Google

Ontem, a hashtag #ForaSarney entrou no What the Trend?, que identifica o que é tendência no Twitter e por quê. O motivo para a manifestação contra o senador, segundo o site é:

“Sarney (ex-presidente do Brasil e agora senador) é um político corrupto e as pessoas o querem fora do Senado brasileiro. Alguém como ele não pode ser um tomador de decisões”.

Hoje, a página Fora Sarney tem mais de 3 mil seguidores.

Entre os assuntos que também compõem a lista dos mais comentados no Twitter estão:

#iranelection: a polêmica reeleição do presidente iraniano e a censura do governo a todas as formas de protesto e de divulgação de informações mobilizaram internautas de todo o mundo a encontrarem meios de usar a web para driblar as forças de segurança (veja post “Twitter contra a censura iraniana”). Os votos estão sendo recontados.

Continua após a publicidade

#honduras: a deposição e expulsão do presidente de Honduras, Manuel Zelaya, que estaria tentando forjar uma reeleição, proibida no país, tem movimentado inclusive a ONU, que exige que ele volte ao poder. Mas boa parte da população local apoia o novo governo, conta, via Twitter, o que acontece por lá e exige autonomia popular para decidir sobre quem ocupará a presidência.

O mais interessante é que esse tipo de manifestação tem sido fortemente noticiado pela imprensa e também chega aos governos. A assessoria de Sarney, por exemplo, disse que ele “lamenta, mas respeita” o movimento (leia a notícia no Estadão). No Twitter e em blogs que ficam de olho nos protestos no Irã, há rumores de que o próprio governo iraniano também estaria usando a ferramenta de microblogging para divulgar informações a seu favor. E em Honduras, a internet tem sido o meio de comunicação mais eficiente para espalhar as notícias à imprensa internacional, já que canais de TV e rádio estão cortados e jornalistas foram agredidos pelas forças pró-Zelaya.

Isso só comprova que a rede tem seu poder de mobilização e vem sendo usada, cada vez mais, como um instrumento de exercício da cidadania. E a tecnologia está aí, inclusive, para fazer força contrária aos ditadores que, por incrível que pareça, ainda circulam pelo mundo.

Publicidade
TAGS:

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Capa da revista Veja, um celular e um notebook exibindo conteúdo digital, sobre fundo escuro com o texto BLACKFRIDAY repetidoBanner de Black Friday com fundo roxo e preto, exibindo a palavra BLACKFRIDAY repetida. À direita, um laptop prateado com uma imagem de carro na tela, um smartphone com um site de notícias e uma revista Veja aberta com uma foto de comida.
ECONOMIZE ATÉ 87% OFF

Digital Essencial

Enquanto você lê isso, o mundo muda — e quem tem Superinteressante Digital sai na frente.
Tenha acesso imediato a ciência, tecnologia, comportamento e curiosidades que vão turbinar sua mente e te deixar sempre atualizado.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
ESQUENTA BLACK FRIDAY

Revista em Casa + Digital Premium

Superinteressante todo mês na sua casa, além de todos os benefícios do plano Digital Premium
De: R$ 29,99/mês
A partir de R$ 9,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).