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Estudo identifica a área do cérebro ativada por pokémons

Psicólogos da Universidade de Stanford fizeram pesquisas em jogadores assíduos do videogame.

Por Maria Clara Rossini
Atualizado em 7 Maio 2019, 18h40 - Publicado em 7 Maio 2019, 18h29

Se você jogava videogames de pokémon quando era criança, é bem provável que seu cérebro fique mais animado quando vê as criaturas. É o que dizem os psicólogos de Stanford, em pesquisa publicada na revista Nature Human Behavior.

A ideia inusitada de pesquisa partiu das lembranças de infância de um dos autores do estudo. Jesse Gomez, ex-aluno da universidade, captura pokémons desde os seis anos de idade.

As experiências da infância são essenciais para o desenvolvimento de algumas áreas do cérebro. Pensando nisso, o pesquisador achou que talvez existisse uma área específica da massa cinzenta de jogadores de pokémon que fosse ativada quando eles voltam a ter contato com os personagens do videogame.

Existem áreas do cérebro que respondem a algumas imagens e não a outras. Uma região da mente pode se ativar quando vê um rosto, mas permanecer intacta quando observa um carro. Que área, então, seria a responsável por processar um Pikachu?

Seu orientador, um professor de psicologia de Stanford, achou que a ideia não fosse funcionar. Mas deu certo.

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O estudo foi feito com adultos que eram jogadores assíduos quando crianças e com pessoas que nunca tiveram contato com o videogame. Os dois grupos passaram por uma ressonância no cérebro enquanto olhavam para imagens de centenas de pokémons diferentes. Os experts tiveram respostas cognitivas maiores quando comparados com os leigos.

pokemon

 

Os autores do estudo também estavam interessados em saber qual região do cérebro seria ativada por essas imagens. Como os pokémons são teoricamente diferentes de tudo que conhecemos, essa questão permanecia um mistério.

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A região de ativação foi a mesma para todos os participantes. Ela se localiza na mesma estrutura anatômica, o sulco occípito temporal ou OTS — uma dobrinha do cérebro que fica atrás da orelha.

Para a surpresa — ou não — dos pesquisadores, essa área normalmente responde a imagens de animais. Infelizmente, esse é o mais próximo de pokémons que existem na vida real.

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