No clima da Copa: Super por apenas 9,90
Imagem Blog

Oráculo

Por aquele cara de Delfos Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Ser supremo detentor de toda a sabedoria. Envie sua pergunta pelo inbox do Instagram ou para o e-mail maria.costa@abril.com.br.

Como os astrônomos sabem onde está cada estrela sem perdê-las? 

Achou que só existia cartografia da Terra? Dá para fazer o mesmo com o céu.

Por Bruno Vaiano Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 9 Maio 2021, 12h02 | Atualizado em 21 jun 2021, 17h54
Como os astrônomos sabem onde está cada estrela sem perdê-las?  Priorizar nos meus resultados Google

Do mesmo jeito que dá para projetar a superfície redonda da Terra em um mapa plano, é possível fazer cartografia com a abóbada celeste – e aí usar um sistema de coordenadas similar ao de longitude e latitude para marcar a posição de cada pontinho luminoso.

É claro que a localização é só o começo: os astrônomos sabem a temperatura, o tamanho, a composição química e a distância de cada estrela. Existem dezenas de catálogos com as localizações e fichas técnicas desses astros, o que significa que uma mesma estrela tem várias nomenclaturas.

Antares, o coração de Escorpião, atende por HR 6134 no catálogo de Yale, que lista as 9.110 estrelas visíveis a olho nu da Terra, e por HD 148478 no catálogo Henri Draper – publicado desde 1890 e hoje recheado com 360 mil estrelas (a maioria delas, é claro, tênues demais para serem vistas sem um telescópio).

No tempo de uma vida, as estrelas se movem tão pouco que, para efeitos práticos, não saem do lugar. O céu muda ao longo da noite, é claro – quem já virou a madrugada ao ar livre deve ter acompanhado uma constelação sumir no horizonte. Mas isso ocorre porque a Terra está girando em torno do próprio eixo. Toda estrela nasce e se põe à noite, como o Sol de dia.

(Vale dizer que as estrela se movem um pouquinho, é claro: todas as nossas vizinhas, assim como o Sol, giram em torno do centro da Via Láctea ao longo de milhares de anos – e elas também têm movimentos particulares conforme o contexto gravitacional em que estão inseridas. É só que, de distâncias tão longas, e em escalas de tempo muito curtas, é impossível perceber isso se você não for um astrônomo usando equipamento especializado.

Continua após a publicidade

Fonte: livro-texto Astronomia: uma visão geral do universo, da Edusp. 

Pergunta de @jecsoncarvalho, via Instagram

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Estádio de futebol lotado com bandeira do Brasil e bola no campo, um jogador comemorando, e capas de revistas Veja, Super, Viagem e Quatro Rodas flutuandoTorcedor de costas, vestindo camisa amarela, braços erguidos em comemoração dentro de um estádio de futebol lotado, com uma bola e a bandeira do Brasil no campo, sob um céu verde-azulado. À direita, um fundo verde escuro com um pequeno ícone de árvore branca
ECONOMIZE ATÉ 82% OFF

Digital Básico

Enquanto você lê isso, o mundo muda — e quem tem Superinteressante Digital sai na frente.
Tenha acesso imediato a ciência, tecnologia, comportamento e curiosidades que vão turbinar sua mente e te deixar sempre atualizado
De: R$ 14,99/mês Apenas R$ 2,99/mês
OFERTA CAMPEÂ

Revista em Casa + Digital Premium

Superinteressante todo mês na sua casa, além de todos os benefícios do plano Digital Completo + Abril Signature Ouro, o novo programa de benefícios da Abril, que te dá acesso a descontos exclusivos e cashback em centenas de estabelecimentos.
De: R$ 26,90/mês
A partir de R$ 9,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$35,88, equivalente a R$2,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).