Brasileira cria nariz eletrônico para avaliar cervejas
Como separar o joio do trigo (ou da cevada ou do lúpulo) e escolher as bebidas realmente boas da prateleira? Com a tecnologia
As cervejas artesanais ocupavam 10% do mercado nacional em 2014, segundo o Sebrae. A expectativa é de que essa fatia salte para 20% em 2020. Com tanto rótulo, anda difícil separar o joio do trigo (ou da cevada ou do lúpulo) e escolher as bebidas realmente boas da prateleira.
Para ajudar na empreitada, a engenheira química Amanda Reitenbach desenvolveu um nariz-robô, que identifica as impurezas da cerveja. Reitenbach treinou uma rede neural (uma espécie de inteligência artificial) para reconhecer 37 aromas indesejáveis na gelada. São os off-flavors, no cervejês, como o odor de baunilha, de plástico ou de metal – ou os compostos químicos que mais atrapalham o sabor: o ácido acético, o óleo de lúpulo e o ácido butílico.
O e-nose reconhece os off-flavors com 86% de certeza. Antes do e-nose, apenas uma máquina industrial, um sensor de gases chamado “cromatografia gasosa” e que custava R$ 200 mil, podia desempenhar esse papel purificador – a engenhoca da brasileira não vai custar mais de R$ 10 mil.
A vantagem do aparelho dela, pelo jeito, é o preço.
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