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Mulher Cientista Por Maria Clara Rossini Todos as semanas, a repórter Maria Clara Rossini entrevista uma pesquisadora brasileira e explica seu trabalho. Acompanhe aqui e no Instagram da Super.
Esta #MulherCientista pesquisa maneiras de substituir nanomateriais sintéticos por alternativas brasileiras e baratas – e que podem ser usadas no chip do seu celular
Esta #MulherCientista defende o conceito de saúde única: preservar o bem-estar dos animais para garantir o nosso – e vice-versa.
Essa #MulherCientista usa matemática para avaliar, por exemplo, se a letalidade da doença está relacionada a fatores socioeconômicos locais.
A #MulherCientista desta semana começou na biologia, mas os desafios de conciliar filhos e laboratório fizeram ela mudar de linha de pesquisa – graças ao seu trabalho, hoje a licença maternidade é considerada pelo CNPq no currículo das pesquisadoras.
A #MulherCientista desta semana também participou da elaboração de uma teoria bem aceita sobre a expansão do Universo, e hoje busca a origem de raios cósmicos de alta energia.
A #MulherCientista dessa semana descobriu que primatas de uma espécie aprendem as vocalizações de outra para permitir a comunicação. E que nas cidades, os sauins precisam falar mais alto (e até acenar quimicamente) por causa do barulho.
Algumas bactérias degradam poluentes, enquanto outras produzem moléculas anti-congelantes. A #MulherCientista dessa semana foi pioneira nas pesquisas sobre a vida microscópica antártica.
Esta #MulherCientista já estudou o impacto da depressão pós-parto materna em recém-nascidos – mas hoje procura entender como genes e ambiente influenciam o comportamento de gêmeos.
A #MulherCientista de hoje detectou pela primeira vez as "bolhas azuis": conjuntos de estrelas órfãs nascidas em pontes de gás entre duas galáxias.
Os protozoários que causam a doença usam a melatonina – o hormônio do sono – como sinal para realizar um ataque sincronizado aos nossos glóbulos vermelhos. A #MulherCientista desta semana descobriu como confundi-los.
A #MulherCientista desta semana colaborou no estudo que rendeu o Prêmio Nobel de Medicina em 2019. Conheça a sua trajetória.
A #MulherCientista desta semana tenta descobrir a massa máxima que esses astros bizarros podem alcançar antes de colapsarem em um buraco negro.
A #MulherCientista desta semana – que já passou um mês acampando no continente gelado – investiga o resfriamento da Terra no passado para entender o aquecimento no presente.
A #MulherCientista desta semana usa engenharia genética para criar Aedes aegypti que boicotam a reprodução da espécie – controlando as doenças que ela transmite.
A #MulherCientista desta semana é uma matemática que usa probabilidades para fazer a ponte entre o mundo microscópico e aquilo que vemos a olho nu.
O genoma de todo ser vivo é picotado antes de ser lido. A #MulherCientista desta semana usa algoritmos para juntar os pedaços de volta na ordem certa.
A #MulherCientista desta semana desenvolveu um dispositivo que identifica Salmonella em 20 minutos – o método tradicional pode levar até 48 horas.
Faz 40 anos que Sonia Guimarães, a #MulherCientista desta semana, começou a estudar os materiais que estão dentro do seu celular.
A #MulherCientista dessa semana analisa características dos ossos para reconhecer as vítimas. Ela já revelou a identidade de dois perseguidos políticos mortos durante a ditadura militar.
A #MulherCientista dessa semana é responsável pelo Sistema de Alerta Hidrológico da Amazônia. O sistema avisa, com meses de antecedência, como as comunidades locais devem se preparar para as cheias dos rios
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