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Tudo sobre vacina

O lado meio cheio do copo: no Brasil, mesmo com um presidente que se recusa a tomar, só 7% mantêm o pensamento negacionista.
A tecnologia, que se mostrou segura e eficaz contra a Covid-19, pode servir como base para a criação de outros imunizantes. Entenda.
Reino Unido vai aplicar terceira dose da vacina em pessoas acima de 50 anos
Ciência

A terceira dose e o futuro da vacinação no Brasil e no mundo

Por Bruno Vaiano Atualizado em 8 jul 2021, 11h25 - Publicado em 8 jul 2021, 11h23
A proteção duradoura que as vacinas começam a demonstrar dá esperança de que reforços sejam necessários apenas em grupos de risco. Mas o surgimento de novas variantes pode exigir a reformulação dos imunizantes – e novos rounds anuais. 
Os resultados de um estudo preliminar indicam que o imunizante protege contra casos graves e moderados da doença, além de combater variantes. Saiba detalhes sobre a vacina.
O movimento é tão antigo quanto as próprias vacinas. Entenda como ele surgiu, reinventou seus argumentos e ganhou força nas últimas décadas.
Mesmo antes da morte que levou a Anvisa a suspender a aplicação do imunizante em grávidas, ela já tinha indicação restrita para esses casos. Motivo: há poucos dados sobre a segurança da vacina em gestantes
Nova vacina usa uma tecnologia que o instituto já domina, e por isso produção 100% nacional pode começar antes; entenda diferenças entre os dois imunizantes 
Polêmica gira em torno da presença de RCAs, principal argumento da Anvisa para vetar o imunizante; agência diz ter se baseado em documento do próprio Instituto Gamaleya; entenda desdobramento do caso
Agência negou autorização para a vacina no Brasil e afirmou que ela contém vírus replicante, uma falha de segurança grave; russos dizem que decisão foi política e pedem ação do STF para liberar o imunizante, aprovado em 62 países; controvérsia está ligada a diferença entre norma russa e americana
O imunizante é o primeiro a alcançar a eficácia almejada pela OMS. Entenda por que é tão difícil desenvolver uma vacina contra a doença que mata 400 mil pessoas por ano.
1) O vírus não será erradicado. 2) A vacinação de hoje é só a primeira de muitas. 3) A grama dos gringos não é tão verde quanto parece.
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Ciência

Rússia é o primeiro país a aprovar uma vacina contra a Covid-19 para animais

Por Maria Clara Rossini Atualizado em 1 abr 2021, 17h49 - Publicado em 1 abr 2021, 17h46
O imunizante foi testado em cães e gatos – mas o seu principal alvo são bichos criados em fazendas de pele.
Décadas antes dos experimentos de Edward Jenner, a aristocrata britânica difundiu a técnica da inoculação, que aprendeu na Turquia – mas foi tida como ignorante por boa parte da sociedade.
O ensaio clínico contou com 2.260 voluntários, dos quais apenas 18, que haviam recebido o placebo, desenvolveram a Covid-19 de forma sintomática. Nenhum jovem vacinado adoeceu.
O teste feito com 32 mil voluntários nos Estados Unidos reforça a segurança do imunizante em adultos e idosos. A vacina apresentou 79% de eficácia para casos sintomáticos e 100% para casos graves de Covid-19
As possíveis consequências da suspensão da vacina da Astrazeneca na Europa
Saúde

Após suspensão, países da Europa retomam uso da vacina da AstraZeneca

Por Guilherme Eler Atualizado em 20 mar 2021, 12h30 - Publicado em 19 mar 2021, 20h44
Complicações sanguíneas raras em 37 pacientes vacinados contra Covid-19 fizeram 13 países interromperem aplicação.
Moderna começa testes de sua vacina em crianças
Saúde

Covid-19: Moderna começa testes de sua vacina em crianças

Por Bruno Carbinatto Atualizado em 16 mar 2021, 19h27 - Publicado em 16 mar 2021, 19h09
Farmacêutica é a primeira a aplicar doses em pessoas entre seis meses e 11 anos, grupo ainda não contemplado por nenhuma outra vacina aprovada no mundo.
Covid-19: Anvisa aprova vacina Fiocruz/AstraZeneca e do medicamento remdesivir
Saúde

Covid-19: Anvisa aprova registro da vacina de Oxford e do antiviral remdesivir

Por Rafael Battaglia Atualizado em 12 mar 2021, 16h45 - Publicado em 12 mar 2021, 16h44
O imunizante, fabricado pela Fiocruz, é o segundo a receber o registro definitivo no Brasil. Já o remdesivir é o primeiro medicamento a ser aprovado.
Talvez. Depende de como interpretamos os tratados internacionais que regulam a atividade humana no oceano – eles obviamente, não versam sobre vacinas.
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