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Tudo sobre Coronavírus

Pesquisas de laboratório, que foram apoiadas pelos EUA, criaram híbridos do Mers com coronavírus de morcego; versão natural do Mers-CoV, descoberto em 2012, mata 35% dos infectados
AZD7442 combina dois anticorpos monoclonais de longa ação, e demonstrou 77% de eficácia contra infecção pelo Sars-CoV-2; medicamento, que pode servir de complemento às vacinas, passou pela última fase de testes em humanos e foi submetido à aprovação da FDA 
A Fiocruz está negociando a fabricação do antiviral, desenvolvido pela farmacêutica MSD. No futuro, ele poderia ser distribuído pelo SUS – mas ainda há controvérsias quanto ao seu uso.
Manchete compartilhada nas redes sociais se baseia em evidências falhas - e induz a uma interpretação errada. Entenda por que.
Antiviral entra na última fase de testes em humanos, e pode ser lançado ainda este ano; droga inibe uma enzima essencial para o Sars-CoV-2 e será administrada em conjunto com o ritonavir, hoje usado contra o HIV
O indivíduo infectado chegou à ilha no início da semana passada, mas só recebeu a confirmação do teste na quinta-feira (16). Ele está em quarentena junto com os outros passageiros do voo.
A farmacêutica anunciou que seu imunizante é seguro e eficaz para a faixa etária, e que enviará pedidos para uso emergencial às agências regulatórias. O estudo ainda precisa ser revisado por outros cientistas.
Aparelho analisa os níveis de três substâncias no sangue da pessoa infectada – e promete determinar, em apenas 15 minutos, qual será a gravidade da doença.
Notícia que circulou por aí faz alegação falsa - pois se baseia num estudo fajuto. Entenda o caso.
Descoberta na África do Sul, ela reúne mutações das variantes Alfa, Beta, Gama e Delta. Mas ainda é rara, e pode continuar sendo. O maior perigo não é a C.1.2 em si, é o que ela representa: o abandono vacinal dos países mais pobres. Entenda por que isso coloca o mundo inteiro em risco.
Resumão variante lambda
Ciência

Variante Lambda: o que sabemos sobre ela até agora?

Por Luisa Costa Atualizado em 27 ago 2021, 18h07 - Publicado em 27 ago 2021, 18h03
A nova cepa do coronavírus surgiu no final de 2020 e, desde então, tem se espalhado pela América do Sul. Saiba quais os possíveis riscos que ela oferece – e se as vacinas atuais podem nos proteger.
Diminuir de 12 para 8 semanas o intervalo da Pfizer e da AstraZeneca, como o Ministério da Saúde anunciou que irá fazer, tudo bem. Acelerar mais do que isso, para 3 ou 4 semanas, melhor não. Veja o que mostram os estudos sobre a antecipação de segunda dose.
Os pesquisadores levaram em conta o registro histórico de epidemias dos últimos 400 anos – e verificaram que grandes surtos de doenças são mais frequentes do que se imagina
Recomendação é de cientistas da USP, que testaram os anticorpos e as células T presentes em indivíduos de várias idades após a aplicação da Coronavac, e encontraram menor resposta imunológica nessa faixa etária; queda é maior em homens do que em mulheres
Alemanha, França, Israel, Reino Unido e EUA começam a oferecer reforço da vacina contra a Covid, mesmo sem evidências científicas de que seja realmente necessário; entenda por que eles estão fazendo isso
Trabalho acompanhou 10 mil pessoas na China e registrou 77% de efetividade contra infecção por essa variante do coronavírus; proteção contra Covid grave foi de 100%, mas isso se deve a uma limitação do estudo - e o número real é menor; entenda por que.
"Não podemos descartar a possibilidade", afirmou um deles; é "assustador" pensar que o Sars-CoV-2 "possa ter sido projetado" em laboratório, disse outro; mensagens foram trocadas em fevereiro de 2020, entre virólogos de três universidades dos EUA - que, dias depois, publicaram um artigo de grande repercussão contra a hipótese de vazamento.
Na fumaça de incêndios são liberados os chamados materiais particulados. Eles são prejudiciais à saúde e seus efeitos no organismo podem tornar o corpo mais suscetível a infecções por vírus.
Às vésperas dos Jogos Paraolímpicos, Japão encara aumento inédito de covid-19
Sociedade

Às vésperas dos Jogos Paraolímpicos, Japão encara pico inédito de casos

Por Bruno Vaiano Atualizado em 13 ago 2021, 15h22 - Publicado em 13 ago 2021, 15h17
53% da população não confia nas vacinas – que só começaram a chegar em fevereiro –, primeiro-ministro nega que as Olimpíadas tenham relação com a alta.
Os anticorpos foram detectados em 40% das amostras em quatro estados americanos. Cientistas receiam que os animais silvestres se tornem fontes de mutações do coronavírus
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