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Oráculo Por aquele cara de Delfos Ser supremo detentor de toda a sabedoria. Envie sua pergunta pelo inbox do Instagram ou para o e-mail bruno.vaiano@abril.com.br.
A ideia de indígena está muito associada à colonização europeia das Américas. Na Ásia, muitos povos ocupam seus territórios continuamente há milênios.
Aumentando. Mas é tão devagarinho que nem dá para perceber – a não ser que você acelere a fita 5 bilhões de anos para frente.
Mitos são histórias. Religiões são algo maior, que se constrói em torno dessas histórias.
Sem esses pequenos buracos, a situação no forno pode ficar... gasosa.
Já adiantamos que tem sim a ver com pés – mas o caminho etimológico é longo.
Provavelmente não. Mas é uma pergunta difícil de responder – e por vários motivos.
O método mais comum é a datação por carbono-14. Entenda como ele funciona.
As palavras vêm do lema positivista – que, ao contrário do clima reinante em Brasília hoje, era uma doutrina filosófica radicalmente favorável à ciência.
Não rola. Entenda o que o Direito da vida real tem a dizer sobre este processo hipotético.
Depende da arma e do cartucho: alguns projéteis sobem só 400 metros; outros, 3 km.
Porque ele é um fardo: segredos são pedacinhos de informação incômodos que brotam no fluxo de consciência toda vez que você está sozinho e distraído.
Não. Na verdade, roubo e tráfico de artefatos arqueológicos são um problema que preocupa um bocado a Unesco – e rendem prisão e multas milionárias.
Na maioria das línguas, essas palavras derivam dos termos para "pôr do Sol" e "nascer do Sol", ou "direita" e "esquerda". Entenda a etimologia.
Na teoria, é. Na prática, você precisa de uma aeronave modificada (e reforçada) para dar conta do recado.
Sim. Mas ela nem sempre se manifesta em uma forma de luz visível por seres humanos.
Muita coisa: o adereço não é só enfeite, a monarca o utiliza para os mesmo fins que qualquer mortal.
Não. Temos essa ilusão porque a base do pelo – a única coisa que sobra quando você o corta rente à pele – é sempre mais grossa que a ponta.
Simples: ele não pega fogo. O calor da estrela tem outra origem, diferente da combustão que conhecemos.
Nos olhos, essas aves possuem proteínas que, em contato com a luz, se quebram e formam moléculas suscetíveis à atuação do magnetismo.
Da falta de paleontólogos aos biomas e a história geológica do nosso território, há vários motivos para a relativa escassez desses répteis por aqui.
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