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Por Atualizado em 29/06/2015

Eu não gostei do primeiro episódio de Breaking Bad.

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Calma aí. Sei apreciar um bom roteiro, tenho uma noção geral de direção, fotografia, e todos os elementos básicos de um episódio redondinho. Mas a história não me pegou. Eu simplesmente achava que a série não era pra mim, como tantos outros sucessos de crítica que eu decidi não assistir. Mas resolvi dar uma chance. Fui vendo o segundo, o terceiro. Em três meses, eu já tinha alcançado meus colegas de redação, que já acompanhavam a quarta temporada em tempo real. Melhor decisão da minha vida – e, se você ainda acha que Breaking Bad não é uma obra prima, bom…

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Corta para 2015. Fui convidado pela HBO para assistir aos três primeiros episódios de True Detective numa sessão de imprensa. A expectativa era alta. O primeiro bloco de episódios da série, em 2014, fez tanto barulho que qualquer coisa abaixo de excelente decepcionaria os 3,5 milhões de fãs de Rust Cohle que assistiram nos EUA ao final da primeira temproada. Foi mais ou menos o que aconteceu. No meu Twitter, vi gente dizendo até que o maior mistério da segunda temporada é “quem assassinou o roteiro de True Detective”, em referência ao texto supostamente mal acabado do episódio de estreia.

Até dá para entender. Em vez de colocar dois detetives atormentados em função de uma série de crimes macabros e flashbacks intrincados que fazem com que o tempo seja, de fato, um círculo achatado, a segunda temporada traz quatro protagonistas. Um deles é um ex-bandido que agora está tentando entrar nos eixos (ainda que não seja do jeito mais correto do mundo). Os outros são três investigadores (um policial estadual, um tira local e um agente rodoviário) que se desdobram para desvendar o assassinato de um cara corrupto e exótico, que, lógico, tem ligações fortes com o tal ex-bandido. O problema é que o tal crime não fica claro até o final do primeiro episódio, que gasta um tempão tentando construir os quatro personagens. Acaba que nenhuma das tarefas é bem executada. Os personagens não têm tanta profundidade e o crime não parece tão instigante quanto os estupros das jovens moças que guiavam a primeira temporada.

 

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Rust tem uma mensagem para os roteiristas da segunda temporada.

Aí veio o segundo episódio. Nos EUA, a audiência chegou a 3,2 milhões, segunda melhor marca da série. E a porra começa a ficar mais séria. Eu confesso, só resolvi dar uma chance a True Detective na última cena do S02E02. Eu já tinha sacado que a série precisava de mais tempo pra chegar às questões mais complexas dos quatro protagonistas e que, a exemplo do fim da primeira temporada, a resolução do crime importava muito menos do que as mudanças dramáticas e as filosofias proferidas pelos detetives. Mas, até então, tinha decidido não acompanhar os próximos episódios. A reviravolta veio no (spoilers, claro) suposto assassinato do detetive vivido por Colin Farrell, aparentemente o mais perturbado dos três. Ninguém matava um protagonista assim desde Alfred Hitchcock, em Psicose. As consequências desse atentado que vêm no terceiro episódio – sobre o qual ainda não posso dizer nada – me convenceram a ficar mais. A segunda temporada de True Detective pode não entrar para a história como a primeira. Mas, ruim, não é.

Quem curtiu a aventura de Cohle e Marty aprendeu a prestar atenção nos detalhes. E é assim, com atenção, que você percebe que há mil qualidades nos dois primeiros episódios da segunda. A analogia das histórias cruzadas dos protagonistas com estradas locais emboladas numa grande rodovia é bastante óbvia, mas me pareceu suficiente para guiar a trama. Até o crime principal aconteceu numa estrada. Mas quem ataca as frases feitas pseudofilosóficas dessa segunda parte da série deve ter esquecido as falas do personagem de Matthew McConaughey. Sei lá vocês, mas eu quero saber mais sobre a família hippie de Ani Bezzerides (Rachel McAdams) e seu passado de tragédia grega. Quero entender melhor as motivações do ex-criminoso Frank Semyon (Vince Vaughn). Quero mais informações sobre os trauma de Paul Woodrough (Taylor Kitsch). E, principalmente, quero ver mais vezes essa abertura maravilhosa:

Enquanto o que desestimulou os haters de True Detective foi a trama lenta e o roteiro apático, provavelmente o que afastou a audiência de Sense8 depois do episódio 1 foi, bem, o fato de ser tudo meio nonsense, à primeira vista. E é mesmo. Você fica uma hora diante da tela tentando adivinhar o que está acontecendo, como se estivesse assistindo a um filme do David Lynch. Só que não: é uma história que saiu das mãos dos mesmos criadores de Matrix. Beleza que Andy e Lana já erraram a mão em outras obras, depois da primeira aventura de Neo no cinema. Mas o primeiro filme da trilogia é tão bom que eu sempre dou um crédito para a dupla. E o primeiro episódio de Sense8 realmente não entrega uma narrativa à altura. Pelo menos não sozinho.

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É que as séries do Netflix são feitas para você assistir em maratona. Então, os Wachowski, que assinam a série junto com J. Michael Straczynski, devem ter achado que podiam gastar uns dois episódios apresentando seus protagonistas – 8 pessoas bem diferentes. Eu acho justo esperar um pouquinho até as coisas começarem a “fazer sentido”. E, pode notar: a partir do segundo episódio, as histórias começam a se desenrolar, uma por uma.

O problema de Sense8 é outro. Na primeira metade da temporada, os autores se esforçam tanto para construir os mundos muito diferentes em que os personagens vivem que parece que você está vendo 8 séries diferentes. O núcleo mexicano tem uma linguagem própria e movimentos sincronizados que imploram pela sua risada. O núcleo indiano tem cores vibrantes de Bollywood e o núcleo londrino apenas tons escuros. Mas, se você for paciente, vai ver como eles se entrelaçam de maneiras às vezes óbvias, às vezes surpreendentes. A outra grande vantagem são os personagens. A moça transexual é a minha preferida. Vale a pena aguentar alguns episódios para saber o que vai acontecer com ela.

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Aliás, a inclusão de uma personagem transexual interpretada por uma atriz transexual é mais um grande passo do Netflix na representatividade de gêneros em Hollywood. O fato de Lana Wachowski, uma cineasta transexual, estar entre os criadores ajuda, é claro. A diversidade dos protagonistas de Sense8 contribui muito para a produção audiovisual no mundo e, só por isso, a série deveria entrar para a história. Claro que algumas construções estereotipadas incomodam, como a moça coreana que é (surpresa!) ótima em artes marciais. Mas um passo é um passo. “Todos nós somos seres humanos, todos nós vivemos, amamos, sentimos. E parece que algumas pessoas são cínicas, ou amargas, e elas separam quem é diferente. Não quero parecer muito exagerado, mas parece que os inimigos dessa série são fascistas”, brinca Naveen Andrews, ator da série que visitou o Brasil em junho.

Miguel Ángel Silvestre, que interpreta o ator gay Lito, também falou sobre a importância da diversidade e sobre seu relacionamento na tela com Hernando (vivido pelo ex-RBD Alfonso Herrera). “Eu venho da Espanha, onde houve uma ditadura. Havia muita gente se escondendo e sendo reprimida pelo governo. E aí, depois, houve uma grande explosão e celebração da diversidade sexual. Nós sabemos que estamos no presente agora, mas muita gente já sofreu e ainda sofre com isso. E por isso tentamos tratar essa relação com carinho, para que seja o mais realista possível”, disse, num evento da Netflix em São Paulo.

 

Sense8 não é a série perfeita. Em alguns episódios, apesar de você se empolgar com a maneira com que as histórias se entrelaçam, ficam sobrando umas pontas soltas, que depõem contra a própria mitologia interna que a série criou. Eu sei, com tanta série na fila, insistir para que a gente aguarde uns episódios até a trama melhorar é pedir demais. Mas fenômenos de qualidade como Breaking Bad não aparecem aos montes por aí. Então, não dá pra dizer que você está realmente perdendo tempo quando se vicia numa série que demora a engatar (e confessa aí, você acompanha pelo menos uma série que te dá vergonha.) Temporada irregular não é motivo para abandonar série. Se fosse assim, todo mundo já teria desistido de The Walking Dead ou Game of Thrones. Sucesso de crítica também não garante audiência firme. Eu tive que me esforçar pra chegar ao final (excelente, na minha opinião) de House of Cards. Julgar a temporada inteira apenas pelo primeiro episódio, então, me parece bem injusto. Se, mesmo assim, você não achar que True Detective e Sense8 merecem uma segunda chance, tudo bem. Sorte a nossa que, em tempos de Netflix, opção é o que não falta.

Por Atualizado em 18/06/2015

Por Raquel Sodré

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“Pablo, qual é a músicamm?” Quem nasceu até os anos 80, certamente sabe exatamente do que eu estou falando. Para reconhecer algumas músicas, o candidato do “Qual é a música” às vezes precisava de três notas, às vezes de quatro. Mas tinha umas que era só tocar a primeira nota, que todo mundo já adivinhava qual era. Intrigada com este grande mistério da humanidade, a ciência resolveu investigar quais são as músicas mais facilmente reconhecíveis do mundo. Os responsáveis foram um grupo de cientistas ingleses (sempre eles).

A pesquisa durou um ano e contou com a participação de cerca de 12 mil pessoas. Para o experimento, realizado pelo Museum of Music and Insdustry, os participantes jogavam um game online que continha mil clipes das músicas mais tocadas das últimas sete décadas. Para eleger as mais famosas, havia quatro formas (ou quatro modos do jogo): o participante podia murmurar a música enquanto ela tocava e continuar o “hum-hum-hum” do ponto onde a música havia parado; ou ele escutava duas músicas e escolhia a mais famosa entre elas; ou eles faziam um “qual é a música” e tinham que reconhecer o maior número de canções em três minutos; ou, por fim, os participantes podiam jogar para reconhecer o maior número de músicas em sequência que eles conseguissem.

A SUPERLISTAS orgulhosamente apresenta as 20 músicas (gringas) de maior sucesso do mundo, seguidas dos autores/intérpretes dessas pérolas e o tempo médio (em segundos) que levou para os participantes reconhecerem cada uma. Veja se, nesse tempo, você também consegue adivinhar:

1 – Wannabe (Spice Girls – 2:29)

2 – Mambo No 5 (Lou Bega – 2:48)

3 – Eye of the Tiger (Survivor – 2:62)

4 – Just Dance (Lady Gaga – 2:66)

5 – SOS (ABBA – 2:73)

6 – Pretty Woman (Roy Orbison – 2:73)

7 – Beat It (Michael Jackson – 2:80)

8 – I Will Always Love You (Whitney Houston – 2:83)

9 – Don’t You Want Me (The Human League – 2:83)

10 – I Don’t Want to Miss a Thing (Aerosmith – 2:84)

11 – Poker Face (Lady Gaga de novo – 2:88)

12 – MMMBop (Hanson – 2:89)

13 – It’s Now or Never (Elvis Presley – 2:91)

14 –  You Ain’t Seen Nothin’ Yet (Bachman-Turner Overdrive – 2:94)

15 – Billie Jean (Michael Jackson, empatando com Lady Gaga – 2:97)

16 – Karma Chameleon (Culture Club – 2:99)

17 – Baby One More Time (Britney Spears – 2:99)

18 – Devil in Disguise (Elvis Presley, no páreo pelo coração dos ouvintes – 3:01)

19 – Rivers of Babylon (Boney M – 3:03)

20 – Candle in the Wind (Elton John – 3:04)

Quem aí se aventura a montar uma sugestão de lista das queridinhas brasileiras, aquelas que todo mundo reconhece até debaixo d’água?

Por Atualizado em 12/06/2015

Por Priscila Bellini

Nem todo mundo vai passar o Dia dos Namorados acompanhado. Mas a falta de companhia pode ter várias vantagens. As melhores são o orçamento intacto (afinal, nada de presentes) e a possibilidade de se afundar no sofá e fazer uma maratona de Orange Is The New Black. A série, que está em sua 3ª temporada, volta com tudo para o Netflix. Além da boa trama, os novos episódios tocam fundo em temas delicados. Aliás, mesmo se você já tiver companhia para a noite do dia 12 (ou de qualquer outro dia do ano), pode ser uma boa acompanhar a série. Veja por quê.

 

1. Diversidade

Talvez seja essa a palavra-chave para definir OITNB, desde sua estreia. Apesar de ter como protagonista uma mulher branca, Piper Chapman (que foi inspirada na história de Piper Kerman, inicialmente publicada em um romance), a trama abarca os mais diversos perfis de mulheres: negras, latinas, idosas, trans, descendentes de orientais, lésbicas, bissexuais… E a história de cada uma é retratada com a complexidade devida. Parece simples? Não é. Abandonar os grandes clichês parece um desafio para a maioria das produtoras, que insistem nas velhas fórmulas e nos estereótipos.

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E, aliás, elas tiram selfies ótimas (Fonte: Instagram @oitnb)

 

2. Representatividade trans

Quando precisam arrumar uma atriz para interpretar personagem é negra, que tipo de artista os produtores escalam? A resposta parece óbvia: uma mulher negra. Agora, quando a intenção é trazer personagens trans para a trama, é bem comum tropeçarem na hora de decidir quem fará o papel. É como se, para fazer essa escolha, o caminho mais certeiro fosse eleger um homem para o papel, como aconteceu na série Transparent ou no filme Clube de Compras Dallas. O resultado? Além de não haver muitas personagens transexuais e travestis por aí, os poucos são interpretados por atores cisgênero. Até Laverne Cox estrear em OINTB e ir parar na capa da revista TIME. Desde então, a transexualidade passou a ser um pouco mais importante para Hollywood.

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(Fonte: TIME)

 

3. Vamos falar sobre mulheres?

A representação da ala feminina nos quadrinhos, filmes, livros e afins deixa bastante a desejar. (Até mesmo quando falamos desuper-heroínas). Não é raro que as personagens femininas sirvam apenas de apoio para que os marmanjos desenvolvam sua trama e ganhem os holofotes. A sacada de OITNB é mostrar um ambiente em que as personagens femininas dominam. Obviamente, o fato de a série se passar numa penitenciária feminina ajuda muito. Os temas também envolvem partes do, digamos assim, universo feminino. Em um dos episódios, Sophia explica às detentas a anatomia de uma vagina.

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4. Chega de “bandido bom é bandido morto”

A série conta detalhes sobre a história das detentas e constrói aos poucos o vínculo com os espectadores. E isso não é pouco, não, se a gente pensar nos clichês que inundam filmes e séries e que mostram sujeitos malvados que cometeram crimes e são punidos. Justamente por essa abordagem, traz uma visão diferente de personagens que, se parassem nas páginas do jornal, seriam reduzidas ao estereótipo. Como destacou Natasha Lyonne, que interpreta a Nicky Nichols, em entrevista à SUPER, essa capacidade de deixar as pessoas mais envolvidas com as personagens é de grande ajuda. “Isso ajuda a abrir a mente das pessoas e a humanizar essas questões”, resume Natasha. Afinal, se você conhece o passado dessa personagem e se encanta por sua personalidade, fica mais fácil entender que o mundo não é dividido entre malvados e mocinhos

 

5. Sistema prisional

A discussão ganha ainda mais força na 3ª temporada, que foi liberada ontem pelo Netflix. Ao mostrar os bastidores de Litchfield, Orange is the New Black mostra o que acontece também nos postos de comando e nos funcionários do lugar. Condições de trabalho que só pioram, abusos de todo tipo… “É um ambiente muito específico em que essas mulheres estão inseridas, e saber mais sobre a corrupção e sobre a justiça por lá também é socialmente relevante”, disse Natasha Lyonne.

São 200 mil mulheres que estão atrás das grades apenas nos Estados Unidos, um número que cresceu em 637% entre 1980 a 2011. Dessas moças, 65% são mães de jovens de até 18 anos — e pouca gente se preocupa com o impacto disso para a comunidade em que elas vivem. Aliás, se você quer saber mais sobre o encarceramento de mulheres na terra do Tio Sam, pode ler mais na Families for Justice as Healing, organização que pretende conscientizar o público sobre o assunto.

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6. E os distúrbios psicológicos?

Talvez você tenha reparado no comportamento da Suzanne (ou “Crazy Eyes”), interpretada por Uzo Aduba, ou de Morello, vivida por Yael Stone, e se perguntado se elas deveriam mesmo estar numa prisão. Apesar de poucas personagens darem pistas de distúrbios psicológicos ou neurológicos, essa realidade é encarada por muitas das detentas reais. Segundo o Bureau of Justice Statistics, entidade do governo americano responsável por coletar e divulgar informações sobre todo o sistema de justiça do país, a parcela de moças que apresentava sintomas de distúrbios chega a 73%, nos Estados Unidos, bem acima da taxa dos homens — e uma parte considerável delas também já sofria com traumas de abuso sexual (seja na infância ou na vida adulta). Em outras palavras, são pessoas que não deveriam ficar trancadas em uma prisão sem assistência, mas sim acompanhadas e apoiadas por médicos. Com a deixa da série, seria uma boa falar mais sobre o assunto, não?

 

7. Precisamos falar sobre racismo

E, claro, as minas da série não deixam o assunto passar — tanto nos episódios quanto na vida real. Quando o movimento #BlackLivesMatter ganhou força em solo americano, depois de casos de abuso policial contra a população negra chegarem a extremos, como ocorreu em Ferguson, milhões tomaram as ruas de Nova York para protestar. Para dar apoio à marcha, as estrelas do programa se juntaram aos manifestantes.

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Foto: Instagram @vickyjeudy

 

8. Vem mais por aí

As discussões não param aí e se estendem a temas como solidão enfrentada pelas mulheres na prisão, precarização dos presídios… A lista é longa e nós esperamos que fique maior ainda. Quando perguntamos às atrizes que vieram ao Brasil para divulgar a nova temporada, elas confirmaram o que a gente já suspeitava. “Muitos dos assuntos que eu desejava que aparecessem na série já apareceram. A Jenji [Kohan] conseguiu trazer temas muito importantes, como maternidade e aborto”, confessa Uzo Aduba, que encarna Crazy Eyes nas telas. Resta saber quais assuntos vão pautar os próximos episódios.

 

Por Atualizado em

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Falta pouco. Na próxima quinta-feira, dia 18, chega aos cinemas Divertida Mente, 15º longa metragem da Pixar. A esperada animação traz talvez o conceito mais maluco já imaginado pelo estúdio: o filme de Pete Docter se passa dentro da cabeça de Riley, uma garotinha de 11 anos, e transforma suas intensas emoções em personagens.

A tomar pelas reações iniciais de quem já conferiu o filme, a nova produção é tudo (e mais) que aprendemos a esperar do estúdio que, nas últimas duas décadas, levou aos cinemas tantas histórias e personagens marcantes e cheios de afeto. Desde que Toy Story foi lançado, em 1995, fomos apresentados a ratos que cozinham, brinquedos que criam fortes laços de amizade e lealdade e a robôs que se apaixonam. E foi incrível.

Para relembrar as muitas emoções vividas e os momentos que não esquecemos (#RobertoCarlosFeelings), a artista Lindsay McCutcheon reuniu em um vídeo os momentos que mais aumentaram o risco de ter seus olhos atingidos por um bombardeamento de ciscos.

Dos momentos de tristeza aos de triunfo, confira o vídeo abaixo e prepare-se para as novas emoções (dessa vez literais) que em breve chegarão à telona:

 

via Mashable

Por Atualizado em

Não se deixe enganar pelo adorável formato cilíndrico e pelos sons amigáveis. O robozinho R2-D2, um dos mais amados personagens da saga Star Wars, é uma máquina amplamente qualificada para chutar (e explodir) traseiros.

Para não deixar nenhuma dúvida sobre a habilidade do amigo de lata – se é que ainda restava mesmo alguma, depois de R2 dar uma mão para os rebeldes mais de uma vez durante a trilogia original – os artistas da Brotherhood Workshop criaram um vídeo em stop motion que mostra por que não é aconselhável provocar nem mesmo a mais amigável das máquinas.

O vídeo, criado com pecinhas de LEGO, recria uma clássica cena de Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança (1977). No primeiro filme da saga, quando R2-D2 e o andróide com coração de ouro C-3PO se separam brevemente, R2 é capturado pelos pouco amigáveis Jawas – uma das raças habitantes do desértico planeta Tatooine. No longa, ele leva a pior e acaba sendo eletrocutado, mas, na versão em bloquinhos, o robô tem a chance de contra-atacar com estilo. E nesta realidade alternativa, nem Obi-Wan Kenobi está a salvo da fúria explosiva do pequeno.

 

Veja abaixo:

 

via Neatorama