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Facebook lança novo aplicativo para iPhone; veja como ele é

30 de janeiro de 2014


O app, que se chama Paper, traz uma experiência de navegação bem diferente, que lembra um pouco uma revista (e segue a linha inaugurada em 2010 pelo aplicativo Flipboard). Parece bom. Inicialmente, o aplicativo só funcionará nos Estados Unidos – e em iPhone.


Macintosh completa 30 anos hoje; veja como foi a evolução

24 de janeiro de 2014


“Em 24 de janeiro, a Apple Computer irá apresentar o Macintosh. E você verá porque 1984 não será como ’1984′”.

Foi assim, num comercial dirigido pelo cineasta Ridley Scott (que fizera o badalado Blade Runner) e citando o romance “1984″, de George Orwell, que Steve Jobs quis apresentar ao mundo o Mac. Depois do malsucedido projeto Lisa, ele estava perdendo espaço dentro da Apple – e o Mac, que desenvolvera com uma equipe independente, era sua tentativa de dar a volta por cima. A IBM também começava a tomar conta do mercado, o que e preocupava muito a Apple. No comercial, a big blue é representada pelo Grande Irmão, o líder totalitário que dá ordens a uma platéia submissa. E o Mac é a moça loira que entra correndo e, ao arremessar um martelo, reafirma o valor da individualidade e da liberdade. Jobs dizia que seu computador era “uma bicicleta para a mente”, que iria estender as possibilidades de criação e expressão das pessoas.

O Mac era simples, elegante, fácil de usar. Tinha mouse, bastava clicar nas coisas (no PC, era preciso digitar os comandos). Até falava. Mas vinha com pouca memória, era hostil a upgrades e acima de tudo caro: US$ 5.600 em valores de hoje. Deu no que deu. IBM, Microsoft e Intel tomaram o mundo – e o Mac não. E logo, em 1985, Steve Jobs foi expulso da Apple. A empresa perdeu o foco, definhou, esteve à beira do fim. Só se reergueu doze anos depois, quando Jobs voltou. Seu primeiro lançamento, em 1998, foi o iMac – onde se via claramente o espírito do Mac original.

Do ponto de vista comercial, o primeiro Mac fracassou. Mas foi um produto marcante, influente, que plantou a semente do computador pessoal e é responsável direto pelo mundo tecnológico em que vivemos. Celebre-o vendo esta galeria que mostra a evolução do Mac em 30 anos – e uma reprodução do primeiro anúncio, de 16 páginas (!), publicado na revista Newsweek.


Bill Gates defende a legalização da maconha – e vota a favor em referendo; Google e Facebook agem contra

23 de janeiro de 2014


Falando ao site BuzzFeed, Gates disse que é a favor da legalização da maconha – e votou “sim” em um referendo que o Estado de Washington, onde ele mora, realizou em 2012. Graças a essa consulta popular, que teve 56% de “sim” e 44% de “não”, a maconha foi liberada por lá, inclusive para uso recreativo. Perguntado se já fumou a erva, Gates não quis responder.

Google e Facebook, por outro lado, têm se posicionado contra a liberação: estão se recusando a publicar anúncios de empresas que vendem maconha, mesmos nos Estados onde é liberada. O Google alega que não aceita propaganda de “substâncias que alterem a mente”. O Facebook diz que aceita propagandas com mensagens ativistas (do tipo “legalizem a maconha”), mas veta anúncios que ofereçam a erva ou promovam seu consumo.


Google vai construir o próprio aeroporto

20 de janeiro de 2014


O aeroporto, que vai custar US$ 82 milhões e deverá ficar pronto no ano que vem, será construído em San Jose, na Califórnia. A obra está sendo paga por Larry Page, Sergey Brin e Eric Schmidt, os três chefes do Google, que terá exclusividade sobre 5 dos 7 terminais do aeroporto. Pode parecer um exagero, e provavelmente é mesmo. Mas é um exagero compatível com o gosto dos três por aviões – que juntos têm oito aeronaves. 2,6 avião para cada um.


Criador do Pirate Bay sai da solitária – e pode jogar videogame com outros presos

15 de janeiro de 2014


O site continua no ar, rindo da polícia e pulando de país em país. Mas um de seus criadores tem enfrentado uma rotina dura. Em novembro, Gottfrid Svartholm foi extraditado para a Dinamarca, onde é acusado de invasão de computadores, e mantido preso em total isolamento. Agora, depois que mais de 100 mil pessoas assinaram uma petição para pressionar as autoridades, as condições melhoraram um pouco: Svartholm, de 29 anos, pode ler livros e revistas (sua preferida é a inglesa “The Economist”) e obteve permissão para fazer um curso de matemática avançada e ter na cela um PlayStation 2, que pode jogar com outros detentos.