Re:Bit Re:Bit

Por Atualizado em 02/05/2016

Berlim[1]A nova lei, que começa a valer este mês, proíbe o aluguel de casas e apartamentos em Berlim por meio do aplicativo Airbnb – quem fizer isso estará sujeito a uma multa altíssima, que pode chegar a 100 mil euros (aproximadamente R$ 400 mil). Segundo a prefeitura da cidade, a medida tenta conter o aumento nos preços dos aluguéis em Berlim, que subiram 56% desde 2009.

A prefeitura alega que muitos proprietários deixam de alugar seus imóveis da maneira tradicional -com contrato e prazo longo- para colocá-los no Airbnb, o que estrangula o mercado imobiliário da cidade. Com a proibição, em tese haverá maior oferta de imóveis para aluguel tradicional, o que ajudaria a frear os preços. O Airbnb não será banido de Berlim – ainda será possível alugar quartos por meio dele (imóveis inteiros, não).

A prefeitura tem estimulado os próprios cidadãos a denunciar imóveis irregulares, o que pode ser feito de forma anônima. A medida parece estar pegando: nas últimas semanas, o número de imóveis berlinenses anunciados no Airbnb caiu 40%.

Por Atualizado em 27/04/2016

Oi amigos, tudo bem? Chegou mais um Teste SUPER! Neste mês, ele é sobre… bikes elétricas. Elas são uma ótima opção para se locomover no dia a dia – pois têm um motorzinho que permite vencer aclives e subir ladeiras sem fazer esforço. Mas qual é a melhor opção? Para descobrir, testamos quatro. Clique aí em cima para ver.

VEJA TAMBÉM:
Teste SUPER #11: Música por streaming
Teste SUPER #10: Smartwatches

Teste SUPER #9: Fones de ouvido
Teste SUPER #8: Ar-condicionado portátil
Teste SUPER #7: Notebooks com Windows 10
Teste SUPER #6: Pizza congelada
Teste SUPER #5: Câmeras de ação
Teste SUPER #4: Fritadeiras sem óleo
Teste SUPER #3: Celular bom e barato
Teste SUPER #2: Caixas de som Bluetooth
Teste SUPER #1: Máquinas de café expresso

 

Por Atualizado em 29/03/2016

Oi amigos, tudo bem? Chegou mais um Teste SUPER. Neste mês, ele é sobre… serviços de música por streaming! Eles são ótimos: dão acesso instantâneo a dezenas de milhões de músicas, quase tudo o que já foi gravado na história da humanidade (e você pode até salvar as que quiser, no seu celular ou computador, para ouvir offline). Uma verdadeira mão na roda, melhor maneira de ouvir música hoje em dia. Mas qual serviço é o melhor? Para descobrir, testamos cinco. Clique aí em cima para ver.

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Teste SUPER #10: Smartwatches
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Teste SUPER #2: Caixas de som Bluetooth
Teste SUPER #1: Máquinas de café expresso

Por Atualizado em 28/03/2016

AplicativoEstreiaCinemaEle se chama Screening Room (sala de exibição, em inglês), foi criado por Sean Parker – co-fundador do Napster e ex-presidente do Facebook -, e está em negociação com os grandes estúdios de Hollywood. Funciona da seguinte maneira: você compraria um set-top box, de US$ 150, que recebe os filmes por streaming (e supostamente tem mecanismos de segurança extremamente avançados, que impediriam a pirataria dos filmes).

Com essa caixinha, você poderia ver qualquer filme, em casa, no mesmo dia da estreia nos cinemas. Mas seria preciso pagar caro por isso: a ideia do Screening Room é cobrar US$ 50 por filme (você teria dois dias de prazo para assistir depois que começasse a vê-lo). É um valor bem alto, mas compatível com o atualmente cobrado, nos EUA, por lutas e shows transmitidos em pay-per-view.

Além disso, para uma família de 4 pessoas, já sairia pelo mesmo preço do cinema – com a comodidade de não ter que sair de casa. Apesar disso, a revista americana Variety, que descobriu as negociações envolvendo o serviço, diz que os estúdios estão relutantes, pois temem irritar os donos de cinema. Por isso, uma boa parte da tarifa (até US$ 20) seria repassada às salas de cinema – mas não está claro como isso seria feito, ou seja, como seria feita a divisão entre as salas.

Por Atualizado em 14/03/2016

HOME_Sheriff_ReproducaoI would lock the rascal up, expressão que pode ser traduzida como “eu prenderia o trapaceiro”, foi o que disse Grady Judd, xerife do condado de Polk, na Flórida. Ele estava se referindo a Tim Cook, CEO da Apple, e à disputa que a empresa trava contra o FBI – que quer obrigar a empresa a arrombar o iPhone de Syad Farook, terrorista que matou 14 pessoas em dezembro. O xerife se mostrou indignado com a posição da Apple, que tem se recusado a fazer isso, e disse que não perdoaria Tim Cook se acontecesse um caso do tipo na sua jurisdição.

A declaração acompanha um acirramento da hostilidade entre o FBI e a Apple, com ambas as partes subindo de tom. Um grupo de promotores federais entrou com ação judicial contra a empresa, repleta de palavras fortes. “A retórica da Apple não apenas é falsa, ela corrói as instituições que protegem nossa liberdade e nossos direitos”.  A Apple respondeu na mesma moeda. Disse que a ação dos promotores é um “golpe baixo”, e que “parece que discordar do Departamento de Justiça significa que você é mau e anti-americano”.

Na última pesquisa feita a respeito, no final de fevereiro, 51% dos entrevistados disseram que a Apple deve decodificar o iPhone do terrorista, contra 33% que são contrários à medida (16% não sabem ou não opinaram). A Apple tem alegado que atender ao pedido do FBI, que quer obrigá-la a desenvolver uma versão menos segura do iOS, colocaria em risco todos os usuários de iPhone. A empresa também diz ter fornecido às autoridades quatro métodos para que a própria polícia consiga abrir o celular do terrorista, sem que seja necessário comprometer o iOS.