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Google tem relatório com todos os lugares onde você esteve; confira com os seus próprios olhos

13 de agosto de 2014


Se você usa um celular Android, o Google monitora a sua localização. Talvez você já soubesse disso. Mas ao ver a lista compilada pelo Google, você provavelmente vai levar um susto. Ela mapeia todos os seus passos, 24 horas por dia, dia após dia, mês após mês, ano após ano – e organiza numa espécie de calendário. Clique aqui para conferir. Inclui absolutamente tudo.

O Google vigia a sua localização para fornecer “serviços relevantes”, como resultados de busca relacionados ao lugar onde você está. É legítimo, e não é exclusividade do Android (desde 2011, sabe-se que o iPhone faz algo similar). Mas também é meio perturbador – pois o celular transmite a sua localização mesmo se você estiver com o Google Maps fechado e o GPS desligado.

Um prato cheio para os robôs do Google (que já têm acesso aos seus emails, chats, buscas e até navegação na internet), e um banquete tentador para os espiões da NSA. Há quem diga que quem não deve não teme. Mas se você acha que isso tem um pouco de “1984″, em tese é possível desligar o monitoramento. Entre nas configurações do Android, abra o item Serviços de local e desmarque as opções “Serviços de localização do Google” e “Localização e pesquisa do Google”. Isso irá deixar o Google Maps mais lento, pois ele passará a depender exclusivamente do GPS (no iOS 7, as configurações relevantes ficam em “Serviços de localização”).


Aplicativo para iPhone copia a chave de qualquer porta

30 de julho de 2014

keyme
Você tira uma foto da chave, e o app KeyMe se encarrega do resto. Usando uma impressora 3D, os criadores do aplicativo produzem uma cópia perfeita da chave – e mandam pra você pelo correio. O serviço, que por enquanto só está disponível nos Estados Unidos, é uma maneira rápida e prática de fazer cópias, mas também está gerando polêmica - porque pode criar grandes problemas de segurança. O simples ato de tirar as chaves do bolso e colocá-las em cima da mesa (no trabalho ou em um restaurante, por exemplo), pode ser suficiente para que elas sejam clonadas. Claro, há outros obstáculos -o bandido precisa descobrir onde você mora e ter acesso ao prédio, se for o caso-, mas o aplicativo pode ser considerado relativamente preocupante.


Boa parte das televisões 4K não é realmente Ultra HD; entenda por quê

17 de julho de 2014


Durante os jogos da Copa, você certamente viu os anúncios de algo chamado “4K” – um novo padrão de televisões, que também é conhecido como Ultra HD e tem 4 vezes mais resolução do que as TVs atuais. Ainda há pouquíssimo conteúdo gravado nesse formato (a NET transmitiu alguns jogos da Copa, o Netflix oferece a série “House of Cards” e a Sony tem alguns filmes gravados em Ultra HD), e você só consegue perceber a melhoria na qualidade de imagem em telas muito grandes, de 60″ ou mais, e sentando bem perto da TV. Mas o 4k/Ultra HD é um avanço bem vindo, e deve se tornar o padrão da indústria.

Mas nem todas as televisões 4K/Ultra HD são o que de fato dizem ser. Não mais. A Consumer Electronics Association (CEA), entidade que reúne as empresas de eletrônicos, revisou o padrão – e incluiu exigências que várias TVs não atendem. Agora, para ser considerada de fato Ultra HD, a televisão precisa ter entrada HDMI 2.0 e decodificador HEVC (High Efficiency Video Codec). Essas tecnologias são realmente essenciais, pois é só graças a elas que a TV consegue rodar todos os vídeos Ultra HD, e a 60 quadros por segundo.

O problema é que várias televisões “4K/Ultra HD” atualmente no mercado não possuem essas características. Por isso, vale ficar atento à presença delas - principalmente agora, depois da Copa, em que todos os fabricantes querem desovar seus modelos antigos, e por isso têm oferecido bons descontos.  Nem todo Ultra HD é o que parece.


EUA vão proibir passageiros de voar com gadgets descarregados

7 de julho de 2014


Se você estiver voando para os Estados Unidos, certifique-se de que celular, tablet, notebook e demais gadgets estão carregados – ou poderá ser impedido de embarcar com eles. Segundo a TSA, agência americana que administra a segurança em aeroportos, a medida visa a evitar que terroristas embarquem com falsos gadgets – que na verdade sejam bombas disfarçadas. Inicialmente, a medida será imposta em voos que tenham como destino os EUA e estejam partindo de alguns aeroportos (a lista não foi divulgada) na Europa, no Oriente Médio e na África. Mas é provável que se universalize.


Google mostra próxima versão do Android; veja como ela é

25 de junho de 2014

A nova versão, que  se chama Android “L” e será liberada amanhã, vem com várias mudanças, a começar pelo visual. O Android ganhou uma nova cara, que foi batizada de Material Design e tem cores fortes e elementos planos (um estilo que também será usado nos web apps do Google). Não é uma transformação dramática, é um refinamento da interface atual. O que mais chama a atenção é o novo sistema de notificações, tradicional ponto forte do Android. Agora, ele permite ver alguns dos alertas (como avisos de novos e-mails, mensagens de texto e updates de redes sociais) na própria lock screen, ou seja, sem precisar destravar o telefone. Parece bacana.

A nova versão virá de fábrica em todos os celulares Android a partir do segundo semestre. Quem possui os modelos Nexus 5 e Nexus 7 poderá baixar a atualização a partir de quinta-feira (mas terá de seguir um procedimento específico para instalá-la). É que, por enquanto, o público-alvo do Android L são os desenvolvedores de software, que irão ajudar a testar e melhorar o sistema antes que ele seja liberado ao público em geral – o que deve acontecer nos próximos meses.