Re:Bit Re:Bit

Por Atualizado em 29/03/2016

Oi amigos, tudo bem? Chegou mais um Teste SUPER. Neste mês, ele é sobre… serviços de música por streaming! Eles são ótimos: dão acesso instantâneo a dezenas de milhões de músicas, quase tudo o que já foi gravado na história da humanidade (e você pode até salvar as que quiser, no seu celular ou computador, para ouvir offline). Uma verdadeira mão na roda, melhor maneira de ouvir música hoje em dia. Mas qual serviço é o melhor? Para descobrir, testamos cinco. Clique aí em cima para ver.

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Por Atualizado em 28/03/2016

AplicativoEstreiaCinemaEle se chama Screening Room (sala de exibição, em inglês), foi criado por Sean Parker – co-fundador do Napster e ex-presidente do Facebook -, e está em negociação com os grandes estúdios de Hollywood. Funciona da seguinte maneira: você compraria um set-top box, de US$ 150, que recebe os filmes por streaming (e supostamente tem mecanismos de segurança extremamente avançados, que impediriam a pirataria dos filmes).

Com essa caixinha, você poderia ver qualquer filme, em casa, no mesmo dia da estreia nos cinemas. Mas seria preciso pagar caro por isso: a ideia do Screening Room é cobrar US$ 50 por filme (você teria dois dias de prazo para assistir depois que começasse a vê-lo). É um valor bem alto, mas compatível com o atualmente cobrado, nos EUA, por lutas e shows transmitidos em pay-per-view.

Além disso, para uma família de 4 pessoas, já sairia pelo mesmo preço do cinema – com a comodidade de não ter que sair de casa. Apesar disso, a revista americana Variety, que descobriu as negociações envolvendo o serviço, diz que os estúdios estão relutantes, pois temem irritar os donos de cinema. Por isso, uma boa parte da tarifa (até US$ 20) seria repassada às salas de cinema – mas não está claro como isso seria feito, ou seja, como seria feita a divisão entre as salas.

Por Atualizado em 14/03/2016

HOME_Sheriff_ReproducaoI would lock the rascal up, expressão que pode ser traduzida como “eu prenderia o trapaceiro”, foi o que disse Grady Judd, xerife do condado de Polk, na Flórida. Ele estava se referindo a Tim Cook, CEO da Apple, e à disputa que a empresa trava contra o FBI – que quer obrigar a empresa a arrombar o iPhone de Syad Farook, terrorista que matou 14 pessoas em dezembro. O xerife se mostrou indignado com a posição da Apple, que tem se recusado a fazer isso, e disse que não perdoaria Tim Cook se acontecesse um caso do tipo na sua jurisdição.

A declaração acompanha um acirramento da hostilidade entre o FBI e a Apple, com ambas as partes subindo de tom. Um grupo de promotores federais entrou com ação judicial contra a empresa, repleta de palavras fortes. “A retórica da Apple não apenas é falsa, ela corrói as instituições que protegem nossa liberdade e nossos direitos”.  A Apple respondeu na mesma moeda. Disse que a ação dos promotores é um “golpe baixo”, e que “parece que discordar do Departamento de Justiça significa que você é mau e anti-americano”.

Na última pesquisa feita a respeito, no final de fevereiro, 51% dos entrevistados disseram que a Apple deve decodificar o iPhone do terrorista, contra 33% que são contrários à medida (16% não sabem ou não opinaram). A Apple tem alegado que atender ao pedido do FBI, que quer obrigá-la a desenvolver uma versão menos segura do iOS, colocaria em risco todos os usuários de iPhone. A empresa também diz ter fornecido às autoridades quatro métodos para que a própria polícia consiga abrir o celular do terrorista, sem que seja necessário comprometer o iOS.

Por Atualizado em 07/03/2016

win10Quando o Windows 10 foi lançado, ano passado, um dos pontos mais controversos foi a questão das atualizações – que são enviadas e instaladas, automaticamente, pela Microsoft. Havia o temor de que uma atualização defeituosa pudesse causar danos aos PCs (o que de fato ocorreu). Mas, agora, o sistema de updates automáticos está gerando polêmica por outro motivo: ele pode apagar alguns dos seus programas, sem pedir permissão a você. De um dia para o outro, você pode ligar o seu PC com Windows 10 e descobrir que ele deletou alguns dos seus apps – sem avisar nem pedir.

Quando a prática veio à tona pela primeira vez, a Microsoft preferiu não se manifestar a respeito, mas acredita-se que o W10 faça isso para tentar eliminar programas incompatíveis, melhorando a estabilidade do sistema. A remoção automática tem espantado e irritado usuários do W10 – que alegam, com razão, que o sistema operacional poderia pedir permissão antes de deletar programas (ele parece ter predileção por apagar softwares de diagnóstico e manutenção, como CCleaner e CPU-Z).

Na maioria dos casos, é possível reinstalar manualmente os softwares e voltar a usá-los normalmente. Também é possível configurar o W10 para que ele deixe de fazer atualizações automáticas – o que, ao contrário do que acontecia nas versões anteirores do Windows, requer um procedimento meio complicado.

LEIA TAMBÉM: 7 configurações que você precisa mudar no Windows 10

Por Atualizado em 29/02/2016

hololens2016Um ano depois de ser apresentado, em uma demonstração que encantou a crítica (e depois se revelou um pouco exagerada), o Microsoft HoloLens finalmente começará a ser vendido. A partir do dia 30 de março, será possível comprar uma versão beta do aparelho, destinada a desenvolvedores de software, por US$ 3.000. Ao confirmar a data, a Microsoft revelou algumas informações sobre o hardware dos óculos (que têm processador Intel, 2 GB de memória RAM, rodam Windows 10 e pesam 579g) e divulgou a lista de sete aplicativos que serão lançados junto com ele.

O primeiro se chama HoloStudio, e serve para criar objetos e cenários holográficos com o HoloLens. É uma ferramenta de desenvolvimento, que criadores de software poderão usar para gerar outros apps compatíveis com os óculos da Microsoft.

 

Os óculos também virão de fábrica com uma versão do Skype, cujo diferencial é o seguinte: além de ver a outra pessoa, você também pode interagir com hologramas sobrepostos às imagens de onde você está. A ideia é que, no futuro, o Skype “holográfico” seja usado por engenheiros e cirurgiões – e também em situações mais prosaicas, como quando você precisar de ajuda para consertar a pia do banheiro (veja exemplos no vídeo abaixo).

 

O terceiro app se chama HoloTour. Como seu nome sugere, ele traz passeios virtuais, em 360 graus, por lugares famosos (os dois primeiros são Roma e Machu Picchu). O HoloLens também virá com três games: Fragments, Young Conker e RoboRaid – uma demo deste último, em que o jogador luta contra objetos holográficos projetados na sala de casa, pode ser vista abaixo:

 

O último app se chama Actiongram, e segue mais ou menos a mesma linha do HoloStudio: é uma ferramenta para criar vídeos holográficos interativos.

 

Além dos apps, a Microsoft também apresentou o Clicker, um dispositivo com o qual é possível interagir com os hologramas projetados pelo HoloLens (selecionando itens exibidos e confirmando opções).  clicker

 

O sucesso ou fracasso do HoloLens dependerá inteiramente do uso que os desenvolvedores de software fizerem dele. Se os óculos começarem a ganhar apps interessantes e atraentes, poderão se tornar um produto comercial viável. Do contrário, repetirão o malsucedido caminho do Google Glass – que ficou dois anos disponível para desenvolvedores (e um ano à venda ao público em geral), mas acabou sendo descontinuado em 2015.